sexta-feira, 30 de junho de 2017

Planos para as férias das crianças? Fazer NADA!!!

As férias mal chegando e as mães já começam a se preocupar sobre o que fazer com as crianças. A
Kristen Hewitt tem duas filhas e estava se sentindo a mãe mais incompetente de todas pois seus planos para as férias das pequenas não tinham dado certo. Foi aí que ela tomou uma decisão brilhante: nessas férias, elas iriam fazer nada. Isso mesmo, nada. O que ela não imaginava é que seu post no Facebook sobre isso teria 15 mil reações e mais de 5 mil compartilhamentos e que ela se tornaria inspiração para muitas de nós.
“É fácil nos sentirmos pressionadas pelas coisas que vemos nas redes sociais. Maneiras de desafiar nossas crianças e fazer com que as férias sejam enriquecedoras. Mas vamos ser realistas: estamos todos cansados. Cansados das tarefas, dos compromissos, dos lugares onde precisamos estar, das pressões, e cansados de expectativas irreais. Então, ao contrário de uma agenda de tarefas, nós não faremos nada neste verão. Literalmente NADA”, escreveu Kristen na legenda da foto, que mostra suas duas filhas cochilando no sofá.
E continua: “Nada de acampamentos ou aulas extras. Ao invés disso, nós vamos ver ao que cada dia pode nos levar (…). Nossas férias terão muito tempo em família, bastante TV, viagens curtas, muita luz do sol, talvez patins novos, balões de água e muito descanso, relaxamento e leitura (porque a mamãe gosta de ler!). Por isso, se você ainda não sabe o que fazer nessas férias, saiba que não está  que não está sozinha. E adivinhe só? Isso não é um problema! Suas crianças vão ficar bem e você também”.

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Foto: Reprodução/Facebook

quarta-feira, 28 de junho de 2017

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Alimentação saudável

Falamos bastante sobre o processo educacional da criança, o desenvolvimento de suas potencialidades e o respeito às limitações. Parte importante desse processo é a alimentação. Uma criança bem nutrida aprende melhor, tem energia para brincar e é capaz de aprender sobre o funcionamento de seu próprio corpo. Contudo, pela comodidade, acabamos optando por alimentos processados e industrializados, gorduras e frituras em excesso, sem considerar que a economia desse tempo leva à prejuízos na saúde. 
Precisamos ficar atentos à esse aspecto do desenvolvimento infantil, levando em conta que a alimentação saudável é  hábito de vida!


quarta-feira, 21 de junho de 2017

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Erotização precoce na infância


O site Toda Criança Pode Aprender escreveu sobre um assunto de extrema importância no que se refere ao desenvolvimento infantil, a erotização precoce na infância. Pais e educadores precisam ficar atentos às suas próprias atitudes, que possam estar estimulando precocemente comportamentos e interesses que as crianças ainda não possuem maturidade para lidar. 
Confiram o texto na íntegra,
vale a pena a leitura!

Antes de começarmos essa conversa, é preciso esclarecer do que trata o termo em questão, para que consigamos elucidá-lo da melhor maneira possível. Erotização precoce nada mais é do que a exposição prematura de conteúdos e estímulos a indivíduos que ainda não têm maturidade suficiente para compreendê-los e elaborá-los.
Pois bem, ilustremos com uma situação relativamente comum nos dias de hoje: se um menino ou uma menina, ainda pequenos, são apresentados a uma cena de sexo explícito, seja ela televisionada ou assistida ao vivo, muito provavelmente eles, além de não entenderem completamente do que se trata, serão invadidos por uma gama de sentimentos e fantasias a respeito do ato, que pode gerar desde uma excitação exacerbada que provoca ansiedade, até sentir medo por acharem que se trata de algo violento, que machuca, gera dor. Em ambas as situações – ou em quaisquer outras possíveis impressões que os pequenos possam vir a ter em relação ao que viram – o impacto dessa apresentação tão adiantada em suas vidas acaba por trazer interpretações equivocadas, deixando marcas importantes nesse processo.
Não é raro vermos adultos incentivando as crianças, seja com perguntas ou como forma de entretenimento, a ter comportamentos que fazem parte do mundo maduro, como namoros e beijos na boca. Uma linha bastante tênue passa por esse território, que se justifica tratando do assunto como uma simples brincadeira. O mesmo pode se dar em cenários que parecem ainda mais inofensivos, como quando estimulamos que cantem e dancem utilizando-se de gestos impróprios, usem maquiagens, salto alto e se vistam como “gente grande”.
Isso não quer dizer que as crianças não possam ter curiosidade a respeito do mundo adulto e queiram satisfazer esse interesse pelo que observam, por meio da interpretação lúdica desses papeis. Mas é fundamental que tenham clareza dos limites que existem entre o brincar e a realidade, o que pode ser compartilhado e o que invade os limites do outro. Esse norte será dado sempre pelos adultos, por isso sua participação decisiva nessa condução.
É claro que nem sempre é simples fazer esse tipo de discernimento que pede intervenções cotidianas, mas se entendermos que tudo o que perpassa pela erotização precoce desvia as crianças desse momento tão importante de ser vivido em plenitude como o da infância, talvez nossas mediações se construam com maior qualidade. Ao pular essa etapa, estamos privando que elas se entreguem à amizade de forma autêntica e espontânea, sendo capazes de se alimentar integralmente dessa primeira interação fora de seu círculo familiar; e que é tão fundamental para que desenvolvam noções de respeito, companheirismo, carinho e atenção com o próximo. Esse assunto é sério, pois, sem esse cuidado, o brincar fica comprometido, bem como as interações com o outro e o mundo ao seu redor. E isso acaba interferindo, inevitavelmente, no seu desenvolvimento pleno e saudável não só psiquicamente falando, como também no âmbito emocional, físico e social…
Segundo Nejm, diretor de Prevenção e Atendimento da SaferNet Brasil, para o projeto Criança e Consumo: “A criança tem de ser esclarecida sobre seu próprio corpo, sobre cada etapa do seu desenvolvimento. Uma criança que não tem orientação sobre sexualidade e entra na internet sem o devido esclarecimento dos pais vai lidar com propostas, sites, imagens indevidos. Ela pode se tornar uma presa fácil porque sentirá curiosidade e não saberá o tamanho do risco que está correndo. O diálogo que ela não tem em casa, vai ter com um estranho, que pode se passar por uma criança ou adolescente, mas que, na verdade, é um adulto com distúrbios e más intenções. Por isso, quanto mais esse debate existir, mais protegida a criança vai estar quando navegar pela internet.”
Nesse sentido, é essencial que possamos garantir espaços que respeitem o tempo das crianças, deixando-as livres para brincar, se sujar, interagir, aprender, se expressar, desde que estejamos sempre atentos ao que está ao seu redor. Observar o que dizem, manifestam enquanto desejo, reproduzem do que veem por aí, é uma forma de zelo que não ser deixada de lado se queremos assegurar que tenham seus direitos reservados enquanto indivíduos em processo de maturação.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Mercantilização da Infância

Exercer a parentalidade na sociedade atual é uma tarefa complexa: as orientações sobre o que é 'certo' e 'errado' divergem, falta tempo, sobram responsabilidades e a rotina de trabalho é cada vez mais exaustiva.
Crédito Imagem: Shutterstock

Diante desse cenário truncado, é importante detectar onde estão as maiores fragilidades do cuidado com as crianças, e assim buscar o caminho que seja mais possível de acordo com a realidade de cada família e de cada criança. E, o mais importante: não culpabilizar os pais como únicos responsáveis pela educação de uma criança é peça-chave do acolhimento da infância no âmbito social.
Para conversar sobre esses temas e outros relacionados ao desenvolvimento infantil no mundo pós-moderno, o Carta Educação conversou com o pediatra Daniel Becker. A conversa passa por pontos cruciais que devemos considerar na criação dos pequenos, como o efeito da falta de tempo quase crônica em que vivemos, a 'mercantilização' da infância, o excesso de tecnologia, entre outros. Confira alguns trechos da conversa:
O senhor fala que, hoje, estamos diante de uma terceirização da infância. Como se dá esse processo?
Daniel Becker - Terceirização da infância acontece em todos os níveis e classes sociais, mas é mais acentuada nas classes média e alta. Os pais estão convivendo muito pouco com seus filhos. Há casais que não se preparam para tê-los, não levam em consideração que um filho ocupa muito tempo e energia, que exige dedicação. Logo, quando chega uma criança na família, sua criação acaba terceirizada em uma creche, por uma babá. Os pais acabam vendo seus filhos, muitas vezes, só na hora de dormir, fazem poucas refeições e passeios juntos, enfim, acabam tendo poucos momentos de convivência.
Isso tudo é agravado pelas condições que a sociedade atual impõe: longas horas de trabalho, exigindo, inclusive, que as pessoas trabalhem fora do expediente, à distância nos seus tablets e celulares. Nas classes baixas, a situação é, muitas vezes, mais grave porque nem sempre os pais têm acesso à creche e, para trabalhar, precisam deixar seus filhos com vizinhos, cuidadores. Isso quando não precisam deixar as crianças sozinhas em casa. Nesse contexto, elas ficam totalmente confinadas porque os pais não deixam sair justamente pelas condições de violência das comunidades. Logo, ficam na televisão, nos celulares o dia inteiro.
Como essa falta de convívio entre pais e filhos afeta negativamente as novas gerações?
Terceirizar a educação é ruim para as crianças, é ruim para os pais. Os filhos acabam sendo educados por pessoas que, muitas vezes, compactuam com outros valores. Além disso, a criança não cria memórias afetivas em família por meio das quais se constrói a coisa mais importante para se educar alguém, a intimidade. Só na intimidade consegue-se dar limites, orientar, conversar sobre assuntos profundos quando mais velhos. Sem convivência não há intimidade e as crianças ficam aleijadas de seus pais que são as figuras guias, afetivas, mais importantes para elas.
As crianças estão também cada vez mais conectadas. Sabemos que a tecnologia traz muitos benefícios, mas quais os efeitos perversos de uma infância confinada, na qual precisam ser constantemente distraídas?
Costumo dizer que a tecnologia não é só inevitável, mas desejável. O mundo moderno caminha para que os aparelhos eletrônicos, principalmente, os telefones celulares sejam a base da nossa comunicação, da circulação de ideias. Mas o sobreuso é prejudicial em todos os sentidos, inclusive, para a saúde física e estudos americanos mostram que as crianças ficam, em média, de 8 a 10 horas conectadas por dia. Isso é, obviamente, muito ruim porque a vida não pode acontecer só no smartphone, tem que acontecer do lado de fora também, nas interações olho a olho.
Na verdade, as crianças migram para a tecnologia porque estão confinadas em casa. As escolas têm cada vez menos espaços abertos e livres e mais sala de aula, conteudismo. Com a energia explosiva que as crianças têm, o único jeito de domar alguém confinado é oferecendo distração permanente e, claro, aquela oferecida pelos telefones é irresistível.
Só que o excesso de distração que essa tecnologia traz incapacita a criança para o ócio, para o tédio, para estar com a mente vazia, distraída criando suas próprias histórias.
E é tão importante usar a imaginação, a criatividade, é assim que se treina o cérebro para ser criativo e imaginativo no futuro – habilidades muitos importantes, inclusive, para o sucesso profissional.
Sobre a mercantilização da infância, é possível educar longe da onda consumista que nos acomete? De que maneira?
A mercantilização da infância se dá, principalmente, em dois ambientes. Primeiro, no ambiente das telas. A televisão, por exemplo, veicula o pior tipo de publicidade que é aquela dirigida à infância, uma publicidade covarde, pois vale-se da incapacidade da criança de distinguir entre realidade e fantasia, usa o amor que ela tem por personagens para vender comida tóxica, brinquedos caros e desnecessários. Além disso, vende marcas da moda e modelos muitas vezes adultizados de aparência.
Outro ambiente onde se dá a mercantilização da infância é o shopping, que virou o programa de fim de semana da família brasileira. Os pais levam as crianças para ficar vendo vitrines e pessoas comprando e comprando, fazendo disso o grande objetivo da vida delas.
São colocadas naquelas gaiolas cheias de brinquedo enquanto os pais fazem compras, depois vão para uma loja de fast food comer comida ruim, comer doce, engordar. Nesse contexto, as crianças vão absorvendo os valores do consumismo, isto é, a hipervalorização da aparência, valores sexistas, de futilidade, do 'ter' melhor do que o 'ser'. Isso tudo é muito ruim para o desenvolvimento de um indivíduo humanista, antenado ao que acontece na sociedade, participativo. Então, é preciso afastar as crianças desses dois lugares, das telas e do shopping. 
Fonte: Catraquinha
 

terça-feira, 13 de junho de 2017

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Para os filhos darem certos? Leiam essa carta.

 Nessa semana  jovens  realizaram um evento "se nada der certo" na própria instituição educativa, se fantasiando com trajes que representam , segundo eles, profissões que seriam a última alternativa na vida de um ser humano. As fotos vieram à tona, tanto os jovens como a escola receberam duras críticas nas redes sociais. A instituição de ensino chegou a remover do ar as imagens e divulgou um pedido oficial de desculpas. Porém como bem escreveu Ana Paula Lisboa:

"Fala-se tanto de escola sem partido, sem doutrina, em educação que vem de casa. Mas fala-se pouco em ética, em olhar e escuta do outro que está fora da sua bolha, visibilizando diferentes trajetórias. Por isso, o caso ter ocorrido dentro de uma instituição de ensino deixa tudo mais grave e mais triste..." (Recomendamos a leitura: https://oglobo.globo.com/cultura/se-tudo-der-certo-ou-nao-pise-no-meu-pe-21444303#ixzz4jR2KGpUf).

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 Afinal que educação estamos almejando para nossos filhos? Que se nada der certo, serão trabalhadores?  Pessoas que exercem um trabalho honesto extremamente importante para toda sociedade, não seria digno?A   melhor resposta veio do  Márcio Ruzon, filho de porteiro, que  escreveu um excelente texto em seu Facebook. Uma grande aula para toda a sociedade e para as famílias que se preocupam tanto para que o "filho dê certo". Está na hora de revermos nossos valores e repensarmos sobre o que temos ensinado para nossas crianças e jovens sobre profissão digna.


Leia a íntegra abaixo:
Ao Colégio Marista:
Meu pai aposentou-se como porteiro. O mesmo que vocês têm aí na entrada do Colégio, que os pais “que deram certo” passam e nem cumprimentam.
Então, falando do meu pai, ele trabalhava feito um condenado (aliás, mesmo depois que se aposentou teve que voltar à portaria pra completar a renda). O que meu pai recebia de salário era uma mensalidade que as famílias “que deram certo” pagam pra vocês ensinarem essa ética (ou falta dela) aos estudantes.
Ele tinha uma Barra forte preta e com ela ia de sol a sol, chuva a chuva, noite a noite, cuidar de fábricas ou de condomínios ao estilo que os alunos moram ou que os pais “que deram certo” trabalham como Diretores, Gerentes.
Aprendi a profissão com meu pai. Fui porteiro por anos. Vi o que é você comer em pé ou no banheiro porque não tem ninguém pra substituí-lo nos intervalos. Cansei de atender pessoas na guarita enquanto mastigava um ovo frio.
Já usei papelão como mesa em cima da privada para almoçar.
Colégio Marista, meu pai não deu certo. Criou três filhos junto com a minha mãe que ficava apreensiva em casa: -” Será que ele volta?” Porque meu pai pegava estradas perigosas de madrugada, aliando-se ao fato de muitas vezes cuidar de galpões abandonados,que era alvo de bandidos.
Mas ele não deu certo.
Conseguiu sustentar 3 filhos (e minha mãe administrando como uma Economista) com pouco mais de um salário, hoje todos bem e com família, mas infelizmente ele não deu certo.
Meu pai não é desses pais bacanas que param aí na frente do Colégio, com Cherokees, Tucson, sorrindo pra quem convém e pisando nos descartáveis.
Meu pai tem um Palio que vive quebrando, e mesmo debilitado pela idade, levava todos os netos às escolas públicas. Levava e buscava.
Mas, que pena! Meu pai não deu certo.
Quem deram certo foram essas famílias que dependem da faxineira, do porteiro, do zelador, da cantineira, do gari, da empregada doméstica. Eles deram certo!
Ainda bem que muita gente “dá errado” na vida, senão quem iria preparar o lanche dos filhos que vão para o Colégio Marista? O pai? A mãe? Não sabem nem como ligar um fogão! Mas deram certo, não é?
Fique um dia sem um gari na sua rua e no dia seguinte você já está ligando na prefeitura fazendo birra! Ué? Pega uma vassoura e varre! Você não “deu certo”?
Fique sem porteiro no condomínio e mundo para. Não sabem descer pra atender o motoboy? Tem medo de quem seja? Pode ser um ladrão, não é? Deixa que o porteiro arrisca (sem seguro de vida) a vida por você (com seguro de vida).
Gente que não deu certo existe pra isso: mimar os que deram certo.
Tenho orgulho de ter um pai que não deu certo, Colégio Marista. E eu tenho orgulho de não ter dado certo também. Já pensou, criar minha filha num ambiente que debocha de profissões, que em vez de promover a isonomia e empatia, fomenta a segregação e a eugenia?
Deus me livre!
Aliás, por falar em deus, vocês são de formação católica certo?
Se nada der certo, vocês vão virar carpinteiro também? Embora eu sendo agnóstico, respeito muito um carpinteiro que “não deu certo” e que vocês finjem amar. Que feio, Colégio! Ensinando crianças a desprezarem seu Mestre?
Enfim, falei demais. Obrigado pela lição de hoje. Talvez tenha sido o único ensinamento que vocês deixaram:
Se nada der certo, vou para o Colégio Marista. Lá pelo menos eu posso esconder meu ser vazio atrás de um patrimônio que consegui pisando nos outros.
Viu, a lição de vocês acabou “dando certo”!

 Márcio Ruzon

https://www.facebook.com/Ruzon78/posts/854437144703621

 

 

 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Momentos formativos!!

Sabe aqueles dias em que você se acaba de trabalhar, corre para um lado e outro, tentando conciliar vida pessoal /trabalho e no final do dia tem aquela sensação de que deu tudo muito certo ? Então, hoje foi um desses dias, tivemos momentos de formação com as profissionais educativas de três Centros Municipais de Educação Infantil de Goiânia e ainda sobrou um tempinho de ver a filhota se apresentar na escola .
O dia começou no Cmei Primeiros Passos, onde tivemos uma roda de conversa para pensar na função da Educação Infantil . Afinal, temos que escolher momentos de  cuidar, educar e brincar ?
 No período da tarde o tema foi resolução de conflitos entre as crianças . Qual o papel do educador na construção dessa autonomia moral? E para fechar,estivemos no Cmei Minervina para dialogar sobre o processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Como uma criança aprende? Qual o papel do educador nesse processo no contexto da educação infantil?
Essas foram algumas das perguntas norteadoras que encheu nosso dia de muito aprendizado e reflexão. Quero  parabenizar a equipe de futuros professores de Psicologia da UFG pelo excelente trabalho e agradecer aos Cmeis por nos proporcionar momentos tão ricos!!





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